Esta é uma visão de trabalho sobre Retatrutida, para quem quer mais que um parágrafo e menos que um manual.
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=== Alimentação === O consumo impulsivo em excesso pode variar desde um episódio isolado de indulgência por parte de uma pessoa saudável até episódios crônicos de compulsão alimentar por parte de indivíduos com transtornos alimentares.[carece de fontes]? O consumo de um alimento tentador por indivíduos não clínicos aumenta quando os recursos de autorregulação já foram esgotados por outra tarefa, sugerindo que isso ocorre devido a uma falha no autocontrole. O comer impulsivamente alimentos não saudáveis parece ser regulado por diferenças individuais em impulsividade quando o autocontrole está fraco e por atitudes em relação ao alimento e à alimentação saudável quando o autocontrole está forte. Há também evidências de que o consumo alimentar aumenta quando as pessoas estão em um estado de humor triste, embora seja possível que isso se deva mais à regulação emocional do que à falta de autocontrole. Nesses casos, o comer em excesso ocorrerá apenas se o alimento for palatável para a pessoa e, se for o caso, as diferenças individuais em impulsividade podem prever a quantidade consumida. A compulsão alimentar crônica é um componente comportamental do transtorno da compulsão alimentar periódica, compulsão alimentar, e bulimia nervosa. Essas doenças são mais comuns em mulheres e podem envolver o consumo de milhares de calorias de uma vez. Dependendo de qual desses transtornos é a causa subjacente, um episódio de comer em excesso pode ter diversas motivações.
Fontes: pt.wikipedia.org
Características comuns entre esses três transtornos incluem baixa autoestima, depressão, comer mesmo sem fome física, preocupação excessiva com a comida, comer sozinho devido à vergonha e sentimentos de arrependimento ou repulsa após o episódio. A impulsividade afeta de maneira diferenciada os transtornos que envolvem o controle excessivo da ingestão de alimentos (como a anorexia nervosa) e os transtornos que envolvem a falta de controle sobre a ingestão (como a bulimia nervosa). A impulsividade cognitiva, como a tomada de risco, é um componente de muitos transtornos alimentares, inclusive dos restritivos. Contudo, somente pessoas com transtornos que envolvem episódios de comer em excesso apresentam níveis elevados de impulsividade motora, como a capacidade reduzida de inibição de resposta. Uma teoria sugere que o episódio de compulsão alimentar oferece uma fuga de curto prazo de sentimentos de tristeza, raiva ou tédio, embora possa contribuir para esses sentimentos negativos a longo prazo. Outra teoria sugere que a compulsão alimentar envolve a busca por recompensa, como evidenciado pela diminuição dos receptores de ligação à serotonina em mulheres com compulsão alimentar, em comparação com controles com peso equivalente, e o valor preditivo de uma sensibilidade/impulso elevado à recompensa em comportamentos alimentares disfuncionais.
Fontes: pt.wikipedia.org
Os tratamentos para episódios clínicos de compulsão alimentar incluem terapia cognitivo-comportamental para ensinar as pessoas a monitorar e mudar seus hábitos e ações alimentares, psicoterapia interpessoal para ajudar a analisar a contribuição dos amigos e da família no transtorno, e terapias farmacológicas, incluindo antidepressivos e ISRS.
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=== Compras por impulso === Compra por impulso consiste na aquisição de um produto ou serviço sem qualquer intenção prévia de fazê-lo. Chegou a ser especulado que isso responde por até oitenta por cento de todas as compras nos Estados Unidos. Existem várias teorias acerca da compra por impulso. Uma teoria sugere que é a combinação da exposição com a velocidade com que uma recompensa pode ser obtida que influencia o indivíduo a escolher recompensas imediatas menores em detrimento de recompensas maiores que poderiam ser obtidas mais tarde. Por exemplo, uma pessoa pode optar por comprar uma barra de chocolate simplesmente por estar no corredor de doces, mesmo tendo decidido anteriormente que não compraria doces durante a visita à loja. Outra teoria baseia-se no autorregulação, que sugere que a capacidade de se abster de comprar por impulso é um recurso finito. À medida que essa capacidade se esgota com atos repetidos de restrição, a suscetibilidade a adquirir outros itens por impulso aumenta.[carece de fontes]? Por fim, uma terceira teoria sugere uma ligação emocional e comportamental entre o comprador e o produto, o que impulsiona tanto a probabilidade de uma compra impulsiva quanto o grau de satisfação retroativa com o resultado dessa compra. Alguns estudos demonstraram que um grande número de indivíduos se mostra satisfeito com compras realizadas por impulso (41% em um estudo), o que seria explicado por um apego emocional preexistente que tem uma relação positiva tanto com a probabilidade de iniciar a compra quanto com a mitigação da insatisfação pós-compra.
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Retatrutida é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Retatrutida apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Retatrutida)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Retatrutida)